quarta-feira, 15 de julho de 2009


Luh..fikei te devendo uma postagem ...pois agora guenta...

Lucas!?Além de ser meu comparsa,meu ajudante de mafioso,marido,irmão,melhor amigo,more ele eh meu conselheiro e psiquiatra!!rsrsrs


Quando eu pedi a Deus pra mandar-me um amigo,apesar de muitos que vieram e partiram,ele me deu muito mais do que jamais pedi!Ele me mandou você!!!Obrigado por ser multiuso na minha vida...É o raio de sol quando tudo é tempestade.Você sempre está lá quando eu chamo e fica feliz em poder ajudar.E toda vez que eu precisar ''não ha problema'' você me dirá.Por isso quero que você procure por mim quando precisar.E espero que eu seja o que você tem sido pra mim, porque esse é o sentido da palavra ''amizade''.Confiança,carinho e compreenção sem fim.Agradeço a você por sua amizade tão especial.E me fazer sentir que sou alguém com que você se importa!!Te amu mto!!

By:Jéssica

AH!!! a piada...pois aí está....

1ª PIADA SORTEADA - DE FUTEBOL

Depois de ver o seu time indo pra segunda divisão, o palmeirense não agüentava mais a tiração de sarro dos corintianos. Era 'Porco de segunda' pra cá... 'Timinho' pra lá... Até que ele resolveu tirar umas férias pra relaxar. Viajou pro nordeste. Em uma feira hippie em frente ao cais de Fortaleza ele viu uma estátua de um rato, de bronze, em tamanho natural que chamou sua atenção. - Quanto é? - perguntou ao vendedor. - A estátua é 20 reais! E a história dela é 150! O sujeito achou estranho, mas comprou só a estátua. - Dispenso a história, amigo... Tá muito cara... O vendedor compreendeu e vendeu a estátua ao sujeito. Quando ele atravessou a rua com o rato de bronze, dois ratos saíram de um bueiro e vieram atrás dele. Ele achou estranho e apertou o passo. Mais adiante foram aparecendo mais ratos até que tinham centenas de ratos atrás dele. Então ele começou a correr. E os ratos começaram a correr atrás. Ele começou a ficar desesperado. Então correu até a ponta do cais e arremessou a estátua o mais longe que conseguiu. E, para a surpresa dele, todos os ratos pularam atrás. Rapidamente ele volta pra falar com o vendedor da estátua. - Ahá! - disse o vendedor - Sabia que você ia voltar! Veio comprar a história da estátua, né? - Não, amigo... Só queria saber se você não tem como conseguir a estátua de um corintiano!

terça-feira, 14 de julho de 2009

O casal da Vez!
Batemos um papo com o novo casal de malhação e descobrimos tudo sobre o início da carreira, a mudança de rotina e a vida de protagonista.



Aquela história dos atores sempre dizerem que têm muito em comum com o personagem já está meio batida, né? Mas no caso de Bianca Bin, 18 anos, e Daniel Dalcin, 23, não dá pra negar.Eles são a cara da Marina e do Alex, personagens principais da nova temporada de Malhação. Duvida? Olha só estas semelhanças: Bianca saiu da casa dos pais, em Itu, interior de São Paulo, com 16 anos. Primeiro enfrentou São Paulo, cidade onde morou por um ano, e depois foi para o Rio de Janeiro.

Assim como Marina que, bem novinha, deixou a casa no Ceará e mudou-se para a cidade maravilhosa pra morar com a avó (tá, eu sei, os motivos foram diferentes, mas não vamos nos apegar a esses detalhes). Já Daniel foi, por seis anos, vocalista de uma banda de rock e até hoje é movido a música. Igualzinho a Alex, que é vocal da Auto Sustentável (banda fictícia da novela) e leva muito a sério a carreira musical. Inclusive, esta forte semelhança entre ator e personagem foi decisiva na escolha do gato para protagonista da novela "global"

A voz que a gente escuta é dele mesmo, sem dublagens. Quer mais? Dani Dalcin chegou a prestar vestibular para administração de empresas, o mesmo curso que o pai de Alex quer que ele faça. Bi é apaixonada por crianças, assim como Marina, e superapegada à família. E o mais fofo: os dois se declararam tão românticos quanto Marina e Alex. A partir de agora, você confere a entrevista com o casal que promete arrancar muitos suspiros na Malhação 2009.



Daniel Dalcin

você e o Alex é a paixão pela música. Como isso começou na sua vida?
Eu comecei a cantar aos 13 anos, por influência do meu avô. Foi ele quem me ensinou tudo. Dos 13 aos 19 anos fui vocalista de uma banda chamada Cicatriz (pausa para risadas). É, eu sei que o nome é meio cafona (risos), mas era muito legal, fazíamos vários shows em Cabo Frio (RJ).

Que estilo de música o Cicatriz tocava? Tocávamos rock. As minhas referências eram U2 e Guns'n'Roses.

Como era o Daniel adolescente?
Era muito rebelde (risos). Era o cara que os professores amavam, mas tinham que expulsar da sala, às vezes, sabe? Eu vivia intensamente o lance do rock, vivia música 24 horas por dia.

E em que momento veio a vontade de se tornar ator?
Quando eu tinha 19 anos, meu pai um dia virou pra mim e falou: "Cara, presença de palco você tem, e você canta bem, mas o mercado da música é muito complicado. Por que você não vai pro Rio e tenta uma carreira de modelo?" Aí eu fui. Cheguei no Rio e procurei uma agência.

Então você começou nas passarelas...
Nunca fiz nada como modelo. O que rolou foi que, quando eu cheguei na agência, de cara eles me indicaram um curso de televisão. A ideia deles era me preparar para fazer publicidade, comerciais de TV, ter naturalidade em frente à câmera. Eu nem sabia o que era interpretação. Só que aí iniciei o curso, me apaixonei e comecei a estudar pra caramba.

"Eu era o cara que os professores amavam, mas tinham que expulsar da sala, sabe?"

Quando rolou o primeiro trabalho?
Quando eu estava com 21 anos fiz um teste para a novela Vidas Opostas, da Record, e passei. Eu interpretei o Alfredo, que era irmão da personagem da Lavínia Vlasack. Na sequência, fiz mais uma novela na emissora, Amor e Intrigas. Nesta, meu personagem era o Daniel.

Depois veio o teste para Malhação?
Na verdade, fiz teste para Malhação logo depois de Vidas Opostas, quando meu contrato tinha rescindido na Record. Segundo eles, eu tinha sido aprovado, mas teria que ficar de quarentena por ter acabado de terminar um contrato com outra emissora. Precisaria passar de quatro a seis meses parado. E eu não podia fazer isso. Então, optei por ficar mais um ano na Record e pegar mais experiência.

E como foi o teste que você passou?
Fiz um primeiro teste e passei para a próxima etapa. No segundo teste, tive que cantar e eles gostaram muito. Acabei fazendo mais dois testes e, no quarto, fui aprovado. Na seleção, eu já contracenei com a Bianca (Bin), a Amanda (Ritcher) e a Jéssica (Alves).

Como está sendo encarar um protagonista?
É uma grande responsabilidade. Até porque o Rafa Almeida, a Sophie Charlotte e a Nathalia Dill foram três atores fantásticos. Eles colocaram a Malhação lá em cima. Pra gente, é muita responsabilidade segurar esse ibope e fazer um ótimo trabalho.

O que você gosta de fazer quando não está gravando (tipo, no domingo)?
Gosto muito de esportes. Quando estou livre eu corro, nado, faço capoeira, ando de bike, surfo. Não consigo ficar parado.

Não sai com os amigos?
Saio, mas com bastante moderação, porque agora estou muito focado no trampo. O Alex está me exigindo muita dedicação.

Não dá tempo nem de namorar?
Por enquanto estou tranquilo. Como estou muito vidrado no trabalho optei por, neste momento, ficar sozinho.

Tudo tem a primeira vez...

O primeiro beijo
Bianca: Rolou com um menino do colégio, quando eu tinha 14 anos. Primeiro beijo é sempre frustrante, né? Daniel: Foi com a minha prima, quando eu tinha 9 anos. Eu a amava quando era garoto. O primeiro beijo é inesquecível!

O primeiro namorado/ namorada Bianca: Eu tinha 14 anos. Fiquei com ele por quatro anos. Daniel: Era uma menina da minha escola. Eu tinha 14 anos. Foi um ano e meio de confusão - namorando, mesmo, devem ter sido uns oito meses.

O primeiro fora
Bianca: Eu sempre fui muito tímida. Então, não tomava iniciativa pra nada. Aí, a chance de levar um fora diminui. Daniel: Foi aos 11 anos. Eu estava a fim de uma menina, nunca a tinha beijado e não sabia direito como chegar. Aí, eu tentei. Fui e disse: "Você quer namorar comigo?" E ela respondeu: "Claro que não, a gente nem ficou ainda!"

O primeiro trabalho
Bianca: A Oficina de Atores, da Globo. Daniel: A novela Vidas Opostas, da Rede Record.

Pagando de jornalista
Ficamos um pouco de lado e pedimos que Bianca e Daniel se entrevistassem. Olha só o que rolou:

Daniel: O que você está disposta a fazer para dar o melhor de si em Malhação?
Bianca: Estou disposta a tudo. Vou me dedicar ao máximo e me doar de corpo e alma para a personagem. O que o papel exigir de mim, vou estar disposta a fazer.

Bianca: Qual foi a maior dificuldade que encontrou na profissão?
Daniel: Ficar sempre atualizado. Como ator, é muito importante estudar outras culturas, reciclar aprendizados, ver filmes, ler livros. Tem que estudar para conseguir ferramentas para compor um personagem. Mas, o difícil é que não temos muito tempo livre para isso.

Daniel: Com quem você acha que a Marina vai acabar: Luciano ou Alex?
Bianca: Olha, eu não sei. Às vezes eu torço pro Luciano, depois eu torço pro Alex. Depende de como a trama vai ser levada. Por enquanto, ela é muito apaixonada pelo Luciano. Porque é o primeiro amor. É algo que não dá pra ser concretizado, porque nenhum assume o sentimento que tem. Mas o Alex também é um cara superbacana.

Bianca: Do que fez até agora em Malhação, do que você mais gostou?
Daniel: De gravar a cena do Beach Stage Festival, no Ceará. Quando fiz a primeira passagem de som, senti uma emoção indescritível.

Daniel: Qual o seu sonho?
Bianca: É ser feliz! E estar com o meu coração tranquilo, e realizada pessoal e profissionalmente.

Bianca: E o seu maior sonho?
Daniel: Me tornar um grande ator. Quero estar sempre evoluindo, amadurecendo e estudando. Quero correr atrás, fazer cursos para me aperfeiçoar na profissão.

Bianca Bin
Como é que você se virou com grana, quando resolveu sair de casa aos 16 anos?
Eu saí para estudar no Célia Helena Teatro-Escola, em São Paulo. Na época, pra dar conta de pagar todas as despesas e ainda bancar o curso, eu dividia o apartamento com uma prima e mais duas amigas. Eu também me transferi para uma escola pública (onde terminei o terceiro ano), porque não dava para pagar o colégio e o teatro juntos.

Você ficou quanto tempo no teatro, antes de ir para a TV?
Eu fiz um ano de Célia Helena, e aí fiz teste para entrar na Oficina de Atores da Globo. Quando eu passei, tive que mudar para o Rio de Janeiro. Acabei ficando só três meses na Oficina e depois já fui pra Malhação.

Pelo jeito, você é boa em testes. Não rola um nervosismo?
Rola sempre, dá um branco no texto. E eu tive um período difícil em São Paulo. Fiz um monte de testes para campanhas publicitárias e não consegui passar em nenhum. Quando prestei a Oficina de Atores estava na maior crise, achando que teatro não era a minha. Aí, do nada, passei e logo depois veio Malhação.

E como foi o teste para Malhação?
Eu estava muito nervosa. Tanto que o (Luiz Antônio) Pilar, nosso diretor, me chamou de canto e falou: "Você tem o perfil da personagem, tem chance de passar, não tem porque estar tão nervosa." Ele me deu um tempinho para relaxar e passar o texto novamente. O Daniel me ajudou nessa hora. Aí eu voltei, fiz o teste de novo e passei.

Como está sendo sua adaptação na TV? Porque teatro é outro ritmo...
Tenho sofrido um pouco. No teatro a gente tem muito tempo para se preparar, se aprofundar na personagem. Na televisão, não. Eu fiquei sabendo em uma semana do papel, na semana seguinte já estava tendo aulas no Projac e, na outra, estava gravando. Mas, aos poucos, estou me adaptando.

"Minha mãe sempre pega no meu pé, pra eu colocar um salto alto, ou passar batom."

E quanto a morar sozinha, já se adaptou?
Hoje estou lidando melhor com isso. Mas ficar longe da família não é fácil. Quando eu fui pra São Paulo era mais tranquilo, porque eu estava a uma hora de casa. O Rio é bem mais longe. Eu sofri muito nas primeiras semanas, só chorava.

Você tem algum ritual de beleza?
Não sou vaidosa, pelo contrário, sou super-relaxada. Minha mãe sempre pega no meu pé, pra eu colocar um salto alto, ou passar um batom.

Entre uma gravação e outra, está tendo tempo de pensar no futuro?
Quase nenhum. O que eu tenho em mente agora é estudar muito. Fazer cursos e me aprimorar. Mas, estou sem tempo até para ler um livro.

Você planeja fazer uma faculdade?
Penso e quero muito. Mas é que, por enquanto, não tenho tempo. Mas já pensei em fazer Psicologia ou Cinema

Assim como a Marina, você já fez parte de um triângulo amoroso?
Não, graças a Deus, não. Isso é complicado demais!

Quando você foi mais atrevida na sua vida profissional e pessoal?
Quando resolvi sair de casa, aos 16 anos. Eu tomei a decisão e pedi o consentimento dos meus pais. Vir para o Rio também foi outro atrevimento. E tá valendo a pena!
Ora, pois!

Thalita Rebouças


Mesmo nunca tendo pisado em Portugal, aprendi com meu pai − que já foi várias vezes à terrinha − que se gostamos muito no Brasil, gostamos imenso na terra de Camões; se queremos classificar algo de cafona, ou brega, melhor dizer que é piroso; quando achamos um lugar legal, melhor afirmar que o sítio é fixe e, quando queremos andar de trem, melhor perguntar onde se pega o comboio.

Tive uma amostra da delícia que é Portugal com a Helena, amiga do papai que é jornalista e ficou hospedada na casa dele durante uma semana. Loura, bonita, falante, expansiva, alegre e engraçada, antes de ser uma portuga fofa, Helena é turista e, como toda turista...

− Malu, podes me levar a uma feira dessas de rua?

− Levo, claro. Tem alguma coisa em especial que você queira?


− Um Cristo.

Ups! Um Cristo?, pensei, traduzindo com minha fisionomia todo o asco que senti ao imaginar uma daquelas medonhas estatuetas de Cristo Redentor decorando a casa de alguém.

− Fala sério, Helena! Por quê?

− Porque é giríssimo.

− Giríssimo é tipo lindíssimo?

− Pois.

− Estatuetas de Cristo são tudo, menos giríssimas, sua doida!

− brinquei.

− Compreendi... tu achas piroso, pois não?

− Piroso é brega, né? Então eu acho muuuito piroso.

− Ah, mas eu vi um no aeroporto que era muito giro, parecia que estava dentro de um cubo de gelo, é pequenino e fácil de levar.

Tá, né? Fazer o quê? Se ela quer um Cristo, façamos a vontade da gaja. Fomos para a feira.

− Que tal este aqui, de madeira?

− Estás louca? Este é muito fuleiro! Todos desta barraca são fuleiros.

− Fala baixo, mulher! Fuleiro aqui é a mesma coisa que em Portugal. Vagabundo, feio, de má qualidade!

− Ai, é?

− É! - respondi, às gargalhadas, fugindo do vendedor dos Cristos "fuleiros", que nos olhava muito zangado.

Rodamos a feirinha inteira e meia hora depois, ela encontrou seu Cristo no cubo. Medonho como os outros, mas ela abriu um sorriso tão feliz que comecei a repensar o que era brega, o que era bonito... Afinal, a beleza está nos olhos de quem vê, ora, pois!

Senti uma felicidade imensa ao perceber que o que a Helena queria era ir pra Lisboa com o lindíssimo/ giríssimo monumento-símbolo do Rio, cidade que ela amou tanto que quis levar um pedacinho pra casa. Sinal de que, apesar de tudo, o Rio de Janeiro continua encantador. E lindo, muito lindo.

Que família!
Conhecer a família do namorado não é nada fácil. A "sogrona", então, missão quase impossível! Mas sempre dá pra se sair bem - e a gente explica como!


Ela sempre quer saber para onde vocês vão, o que estão fazendo, o que comeram ontem... e por aí vai...! Esse tipo também pode ser chamado de "general". No entanto, até que é fácil lidar com ela, sabe por quê? Ela fala mesmo o que quer e, como você é espertinha, vai entender rápido como deve agir com ela ou, pelo menos, na frente dela. Nunca a encare como uma rival.


Sogras assim normalmente são "só amores" - na frente dos filhinhos, claro. É só o seu namorado sair de cena que ela começa a colocar coisas (nada boas, na maioria das vezes) na sua cabeça. Para se dar bem com essa figura, escute o que ela tem a lhe dizer, de boca fechada, concordando com tudo, só pra não criar intrigas nem confusões. Com o tempo, ela vai perceber que desse mato não sai cachorro, e vai se cansar desse papinho chato.



Essa sogra costuma fazer a cabeça do filho contra a nora. Chega a inventar situações, e até uma atitude bobinha sua pode virar um problemão. Por isso, procure se policiar e, na frente dela, seja a pessoa mais fofa do mundo. Nunca fale mal dela para seu namorado (ou para qualquer outra pessoa que a conheça). Pode crer que seu amado vai até defender você, se ela ousar falar mal da sua pessoa.




Às vezes, dá a impressão de que ela é quem queria namorar o próprio filho, de tão ciumenta! Esse tipo sempre costuma empacar qualquer programinha a dois, de tanto ciúme que tem do "bebezinho da mamãe". Para fazê-la largar do seu pé, é só deixar bem claro que ela sempre será mãe do seu namorado e que você é a atual namorada dele. E pronto! Se ela quiser, vai entender que você não quer roubá-lo dela, simplesmente namorar e ser feliz!




Essa espécie é aquela que causa inveja a todas as suas amigas, afinal, ela costuma ser simpática, educada, carinhosa e, melhor ainda, respeita o seu espaço na casa dela. Ela é até capaz de fazer sua sobremesa preferida pra lhe agradar. Não tem como não gostar desse tipo de sogra! Mesmo assim, procure sempre tratá-la superbem, para manter esse relacionamento bacana com ela - e com o filho dela.



Ela realmente é vítima, não porque se faça desse tipo, mas porque o filho (ou seja, o seu namorado) adora falar mal dela. Muitas vezes, as "fofocas" da parte dele rolam antes mesmo de você conhecê-la. Porém, não acredite em tudo o que seu amado diz sobre a mãe. Ele até pode ter razão em alguns pontos, mas uma história sempre tem várias versões. Sua sogra pode não ser a melhor mãe do mundo, mas não é você quem deve julgá-la. Trate-a bem e fique na sua, caso role uma discussão.


O primeiro encontro (com a família dele)

Ideias pra não errar nem pagar mico:

* Seja o mais natural possível. Ser educada e confiar em si mesma conta muitos pontos.

* Não exagere nos acessórios, no perfume, na maquiagem e, muito menos, no comprimento da saia!

* Jamais fale mal do seu namorado ou comente algum episódio que possa deixar as pessoas constrangidas. Afinal, ali é o território dele.

* A visita deve ser curta. Se você for convidada para almoçar ou jantar, ofereça-se para ajudar a retirar as louças da mesa.

* É legal levar um mimo para a sogrinha. Como ainda não a conhece, dê lembranças neutras, como um vasinho de flores, um porta-retratos ou, voltando para o exemplo do almoço, uma torta para a sobremesa. Se você não faz nem ovo cozido, passe em uma confeitaria e compre o doce.

* Existem alguns assuntos proibidos: ex-namorados, exsogras, problemas familiares e financeiros e fofoquinhas.




O cinema já mostrou sogras de todos os tipos. Conheça algumas delas!


A Sogra

Após anos procurando seu príncipe encantado, Charlotte Cantilini (Jennifer Lopez) apaixona-se por Kevin Fields (Michael Vartan). O problema é a mãe dele, Viola (Jane Fonda), que depois de perder o emprego, teme perder também o filho. Para evitar que isso aconteça, ela decide atrapalhar os planos do casal.



Segredos de Sangue

O suspense fala sobre uma jovem noiva, Helen (Gwyneth Paltrow), que se encanta com o charme da mãe do noivo (Jessica Lange) e com a grandiosidade da casa em que ela vive. Mas, por trás dessa primeira impressão, está um assustador pesadelo sobre o amor maternal transformado em loucura.


Teste

1- O primeiro encontro de vocês dois rolou há quanto tempo?
a. Há uma semana.
b. Há um mês, ou mais.

2- Você e seu namô são:
a. Superdiferentes, mas feitos um para o outro.
b. Temos muitos gostos em comum, apesar de algumas diferenças.

3- Ele já falou da família dele pra você?
a. Não, nunca tocou no assunto.
b. Sim, algumas vezes.

4- Como é o seu jeito de se vestir?
a. Tenho o meu estilo, e não mudo por nada neste mundo!
b. Gosto de ousar de vez em quando, mas, normalmente, procuro ser discreta.

5- O seu relacionamento com seus pais e irmãos é...
a. ... meio complicado.
b. ... bacana, apesar de algumas diferenças.

Resultado:

Maioria A

Ao que tudo indica, você ainda não está pronta pra conhecer a família do seu namorado. É melhor você esperar um pouquinho mais. Pergunte pra ele como as coisas funcionam na casa dele, e tente se esforçar para não assustar a galera, logo no primeiro encontro.

Maioria B

Parece que você está no momento ideal para fazer uma visitinha à casa do menino! Mas, cuidado pra não forçar a barra com ele... Espere o convite e leia nossas dicas no box "O primeiro encontro (com a família dele!)".



Uma Lady
Se for para passar por uma saia-justa, que seja com classe! A Atrê bateu um papo com consultores de etiqueta para descobrir como lidar com situações indesejáveis, da melhor maneira possível.


Uma alface no meio dos dentes, o papel higiênico que acabou quando você estava no banheiro da casa da amiga e uma pessoa sem-noção que quer furar a fila. Estas e muitas outras situações são um saco, mas rolam com frequência e (acredite!) vão acontecer sempre. Sabendo disso, não nos resta mais nada a não ser tentar superar cada uma delas com classe - e sem sofrimento. "Tem coisas que não tem como evitar, é como um campo minado. O jeito é encarar, mesmo. A primeira vez parece ser o fim do mundo, a segunda é ruim, e a terceira você tira de letra", brinca o consultor de etiqueta e comportamento, Fabio Arruda. Pra você começar a treinar, aí vão algumas dicas de como sair de saias-justas sem descer do salto.

1.Na escola

Você ficou com um menino da sua sala na baladinha do fim de semana, mas não foi tudo o que esperava. Por isso, não está querendo repetir a dose. Só que ele senta na carteira ao lado da sua e a segunda-feira chegou.

Mantenha a classe: por mais envergonhada que esteja, o melhor a fazer é segurar a onda e cumprimentá-lo normalmente, como se nada tivesse acontecido. E, dali pra frente, abafa o caso. Nem pense em sair falando pra todo mundo do colégio que não gostou e ainda citar detalhes como, por exemplo, "ele beija maaal".

Fuja dessa: da próxima vez, coloque na balança pra saber se realmente vale a pena se envolver com alguém que você vê todos os dias. Se a sua ideia é dar uns beijinhos e nada mais, prefira um gato que não seja do seu convívio diário.

Depois de rachar de estudar o fim de semana inteiro para se dar bem na prova de física, você chega à classe decidida a sair do sufoco. Até aí, tudo bem, não fosse um dos meninos da sala (lindo, por sinal) pedir para sentar na cadeira de trás da sua para poder colar. Pra piorar, o professor já está de olho.

Mantenha a classe: falar muito só vai piorar sua situação com o professor, que pode pensar que vocês estão combinando algum código. O melhor, nesta hora, é fechar a guarda e fingir que não está percebendo. Aí, quando o professor parar de olhar, vire rapidamente para o menino e banque a frágil: diga que está morrendo de medo de ser pega, mesmo que não seja verdade! Não fale que não quer passar cola, porque vai parecer que está sendo egoísta. Bancar a burra também, alegando que não sabe o que vai cair na prova, também não rola.

Fuja dessa: mantenha essa imagem de medrosa em todas as provas, assim os folgados vão acabar desencanando de você. E lembre-se, mesmo que seja o cara mais gato da classe pedindo a sua ajuda, não vale a pena se queimar com o professor.

Está uma fila enorme na cantina e você perdeu quase o intervalo todo lá. Finalmente, ao chegar no caixa para fazer o pedido, aparece uma menina da sua sala e pede para que compre um salgado para ela também, já que está na frente. Só que todas as pessoas da fila começam a olhar pra você com cara feia.

Mantenha a classe: seja sincera. De uma forma bem descontraída fale para a menina: "Desculpa, mas não dá. O pessoal da fila vai me matar!" Se estiver sem coragem, pense como se sentiria se estivesse no lugar daqueles que estão na fila. Caso seja uma grande amiga e você não consiga dizer não, aceite comprar, mas depois chame-a no canto, dê um toque e peça pra ela não fazer de novo.

Fuja dessa: pessoas folgadas existem em todos os lugares. Comece a treinar a falar aquilo que acredita, mas de uma forma sutil, sempre.

No meio da aula de português, enquanto o professor declama o poema de Camões, você sente a menstruação chegar. Agora, precisa pedir para ir ao banheiro com urgência. Mas está morrendo de medo que os colegas percebam.

Mantenha a classe: a primeira coisa a fazer é manter a calma. Não está escrito na sua testa "desceu pra mim". Então, relaxa! Levante a mão calmamente e peça para ir ao banheiro, assim como faz sempre. Se estiver insegura, enrole uma blusa na cintura antes de sair da classe.

Fuja dessa: fique de olho no calendário para saber quando está chegando a data da menstruação. Ah! E sempre tenha absorventes na bolsa para o caso de uma "visita surpresa".

2.Com os amigos



Ao ir ao shopping com uns amigos, você vê o namorado da sua amiga na maior pegação com outra garota. E, o pior, ele também vê você.

Mantenha a classe: não tente fingir que não viu, você pode se atrapalhar toda e deixar a situação ainda pior. Continue caminhando normalmente e não faça nenhum comentário com as pessoas que estão com você. Com relação à sua amiga, fique quieta. Namoros vão e vêm, mas uma amizade de verdade sempre permanece.

Fuja dessa: esta é outra situação que não dá pra prever. Mesmo quando ficar adulta, vai acabar esbarrando neste tipo de encrenca. Então, já esteja preparada.

Você escutou todo mundo da sala comentando que a sua amiga não usa desodorante e tem desfilado pelo colégio com um cheirinho desagradável. Ao chegar perto dela, descobre que é verdade o que estão dizendo, só que a menina não percebe.

Mantenha a classe: não precisa fazer drama. Chegue numa boa e diga que acha que o desodorante que ela está usando não é o mais adequado pra ela. Você pode até complementar perguntando a marca, e dizendo (mesmo que não seja verdade) que já usou e também não funcionou pra você.

Fuja dessa: não dá pra controlar o outro, mas você pode ficar esperta pra que isso não aconteça com você. Carregue sempre na bolsa um desodorante, para aqueles dias em que você transpirar muito e precisar reaplicar.

A sua amiga anda antenada demais nas tendências de moda e resolve inovar o visual. Só que ela erra um pouco a mão e aparece na sua casa com a combinação de roupas mais estranha que você já viu em toda a sua vida. Não há como negar: ela está breguíssima!

Mantenha a classe: se ela perguntar o que acha e você realmente se importar, dê a sua opinião numa boa, pra não magoá-la. Diga que a roupa não valorizou o corpo que ela tem, ou que está passando a impressão errada sobre ela. Agora, se for alguém com quem você não se importa tanto, diga somente que não faz o seu estilo, ou que você não usaria.

Fuja dessa: a regra é a seguinte: opinião só deve ser dada quando pedida. Se ninguém perguntar, você guarda pra você.

Depois do almoço com a galera, seu amigo começa a contar uma história triste, que faz todo mundo ficar parado, olhando fixamente para ele. Você faz o mesmo, só que percebe que ele está com um pedaço de alface bem verde no meio dos dois dentes da frente, e algumas pessoas da roda já perceberam.

Mantenha a classe: não interrompa a história no meio e nem pense em fazer gestos desesperados, que só parecem discretos pra quem faz. Também não precisa cochichar, porque tudo aquilo que vira mistério, piora. Quando ele der uma respirada na conversa, é a brecha pra você dizer, com naturalidade, "você está com um verdinho no dente", e continuar no papo. Assim, você já quebra aquele clima tenso e evita que algum espertinho comece a zoar com o seu amigo.

Fuja dessa: não tem como. Este é um cuidado que a outra pessoa deve ter.

3. No namoro

Você está com a maior dor de barriga e ele não desgruda. Entre um abraço e outro, seu estômago começa a fazer um barulhão.

Mantenha a classe: se realmente for só um barulho, não precisa se preocupar. Faça um comentário engraçado, do tipo "acho que meu estômago está querendo participar da conversa". Agora, se sentir que precisa ir ao banheiro, dê um beijinho no gato, peça licença e vá.

Fuja dessa: se a barulheira for por fome, evite deixar o estômago vazio por muito tempo. Agora, se for uma dor de barriga, não tem o que fazer. A não ser, correr para o banheiro.

Na primeira vez em um aniversário que reuniu toda a família do gato, depois de tantas apresentações de primos, tios e sobrinhos, você acaba errando o nome da aniversariante, que é a madrinha do seu namorado.

Mantenha a classe: peça desculpas, na hora! Justifique dizendo que é a primeira vez que está diante da família do moço e, por causa do nervosismo, acabou se atrapalhando.

Fuja dessa: quando for apresentada a diferentes pessoas, repita cada nome. Por exemplo, se alguém lhe diz: "Esta é Bianca." Diga, na hora: "Oi Bianca, prazer!" Assim, fica mais fácil gravar. E, se der branco, não arrisca. Vá de "você" ou "senhora" e depois peça socorro pro namorado.

Você e o namorado estão no sofá da sua casa assistindo a um filme quando, de repente, chega a sua avó e diz: "Ah, este é o Marcelo, então, prazer!" Detalhe: Marcelo é o nome do seu ex.

Mantenha a classe: dê uma risadinha, olhe pra ela e diga: "Não vó, esse é o Ricardo. Eu não vejo o Marcelo faz um tempão." Na sequência, já olhe pro namô e peça desculpas, dizendo que memória não é o forte da vovó.

Fuja dessa: mantenha tios, tias, primos e avós sempre informados da mudança de namorado. Se não estiver a fim de falar depois de um rompimento, peça pra sua mãe fazer por você.

É a sua primeira vez na casa do namorado e a sogra, para comemorar, fez a especialidade dela: abobrinha recheada. Só que você odeia este legume com todas as suas forças. Quando todos estão sentados à mesa, ela pega o seu prato, começa a servir a comida e a dizer que fez especialmente para você.

Mantenha a classe: prenda a respiração e engula. Não dá pra bancar a mimada e dizer que tem nojo logo no primeiro encontro com a sogra. Mas também não tem que raspar o prato. Coma um pouco, elogie, e diga que está satisfeita. Se ela perguntar por que deixou um pedaço, lance um singelo: "Ah, eu sou assim mesmo. Como superpouco!" A exceção só vale no caso de você ser alérgica, aí, abra o jogo e conte a verdade.

Fuja dessa: permita-se conhecer novos pratos, assim, quando passar por outra situação como essa, vai tirar de letra. E, às vezes, aquilo que achava que não gostava, pode surpreender.

4.Na balada

Você está morrendo de sono e acha que a balada já miou faz tempo. Porém, está de carona com a sua amiga, que não parece querer ir embora tão cedo.

Mantenha a classe: pergunte se ela pretende ficar muito mais tempo na festa. Se ela disser que sim, e você quiser muito ir embora, chame um táxi e volte pra casa. Fazer cara feia pra amiga é a maior viagem.

Fuja dessa: tente combinar antes o horário com a pessoa que estiver de carro. Caso perceba que ela é do tipo que só sai da balada expulsa pelos seguranças, peça para seus pais irem buscar você em um determinado horário.

Sua amiga não para de olhar para um gatinho na balada que também parece estar correspondendo. Mas, quando ele chega pra conversar, é em você que ele cola.

Mantenha a classe: se não estiver a fim do menino, dispense numa boa. Não rola perder tempo com conversa fiada, e ainda chatear a amiga. Agora, se estiver a fim, chegue na amiga e fale. Diga que não tinha percebido que ele estava olhando, mas que também está interessada. Não dramatize, faça disso um acontecimento normal. E, mesmo com a aprovação da amiga, nem pense em pegar o cara ali na frente dela, ou naquela noite. Joga um charme pro fofo, troca telefone e marca um próximo encontro.

Fuja dessa: não dá pra prever quem vai ficar a fim de você. Mas fique ligada pra saber se o cara está mesmo interessado ou só fazendo ciúmes pra sua amiga. Vai ver, ele quer bancar o gostosão e você nem desconfia...

Toda vez que vai para a balada com sua amiga, ela quer entrar no banheiro junto com você, que se sente superdesconfortável com a situação.

Mantenha a classe: a sinceridade sutil, de novo, é fundamental. Fale algo como "não precisa vir comigo não, eu até prefiro ir sozinha".

Fuja dessa: da próxima vez que sentir vontade de ir ao banheiro, saia de perto sem dizer onde está indo, assim, não corre o risco de ela querer acompanhá-la.

A balada está ótima e parece que finalmente aquele menino vai chegar em você. Bem neste momento, sua amiga aparece e diz que o namorado dela está passando mal e pede para que você faça a ela companhia na enfermaria. Isso vai lhe custar quase todo o resto da noite.

Mantenha a classe: não dá pra deixar a amiga na mão. Espere um pouquinho pra ver se o menino vai realmente falar com você e, se acontecer, joga um charme e peça pra que ele a acompanhe até a enfermaria. O lugar vai ser até mais tranquilo pra conversar. E, chegando lá, se você perceber que o negócio vai demorar, diga para o futuro peguete que não quer empatar a noite dele e passe seu telefone.

Fuja dessa: a situação é imprevisível. Mas solidariedade não tem hora nem local pra ser praticada. Se fosse você quem estivesse passando pela mesma situação, gostaria que a sua amiga a apoiasse, não é mesmo?

Por que eles não admitem que estão errados?
Nas discussões, eles estão sempre certos e não assumem quando pisam na bola. Por que será?

Caíque Guimarães "Eu admito quando estou errado. Os meninos que não admitem querem aparecer, mas eles estão errados. Só que cada pessoa tem um jeito, não dá para generalizar."
Vinícius Fernandes "Geralmente a gente não admite por causa do orgulho. É difícil, mas, às vezes, eu admito quando estou errado e depois fico meio envergonhado."
Luciano Murakami "Porque nós somos homens! Não podemos mostrar que estamos errados, sempre temos que estar 100% certos. O meu problema é que acabo admitindo quando estou errado."
Felipe Gualtieri "A gente pensa diferente das meninas. Nós somos mais pé-no-chão e elas são muito fantasiosas. É por isso que, na maioria das vezes, nós estamos certos, mesmo."

Palavra do Japinha!!!

Acho que é uma questão de orgulho dos homens, mesmo. Nós somos mais orgulhosos que as mulheres. Há exceções, lógico. Tem menina que não dá o braço a torcer. Indo mais a fundo: eu acredito que o fato de nós não admitirmos o erro tem a ver com o machismo, que vem de séculos, até hoje. Como os homens tiveram sempre o comando, deram sempre a última palavra no relacionamento com as mulheres e dentro de casa, eles não gostam de ouvir e aceitar que erraram. Posso dizer por mim. Já agi muitas vezes dessa forma. Ainda ajo assim um pouco, mas, de um tempo pra cá, tenho tentado ser mais justo, independentemente de ser homem ou de estar lidando com alguma menina ou mulher. Este orgulho pode ser, muitas vezes, perigoso pra gente, pois um julgamento errado, uma teimosia, pode fazer com que uma pessoa muito querida perca o carinho que tem por nós e se afaste. Isso serve para algumas mulheres que, cada vez mais, ocupam espaços importantes na sociedade, e deixam o sucesso e o orgulho subirem à cabeça e também passem a não admitir os erros. Vale lembrar que isso acontece muito nos namoros e nos casamentos também. Portanto, fiquem espertas, (assim como nós também devemos ficar), pra não perderem ninguém que gostam por algum orgulhinho bobo."