“Não abandonei minhas ninguém!”
No domingo de manhã, sempre acordo cedo, lavo a cabeça e deixo meu cabelo secar para depois fazer chapinha, pois ele é todo cacheado.
Minha avó sabe que eu odeio sair de casa com o cabelo assim, mas, nesse dia, ela veio falar que não tinha óleo e que não dava pra fazer comida. Resolvi então ir até o supermercado, onde tudo aconteceu!
Na hora de sair de casa, peguei uma blusa bem decotada que estava encima da cama e fiz um coque no cabelo para dar uma disfarçada na minha juba, o que pareceu que eu tinha uns 5 anos a mais.
Chegando no supermercado peguei o óleo e, quando fui pagar, percebi que as filas estavam enormes. Fui andando de caixa em caixa de cara emburrada até que parei em um e resolvi esperar. Na minha frente tinha um cara (devia ter uns 30 anos) que não parava de olhar para o meu decote... já estava me achando!
Em determinado momento, olhei para o lado e vi minha professora, que logo gritou que não me reconhecia por causa do cabelo. Papo vai, papo vem, ela lembrou q tinha esquecido de pegar leite. Aí eu me ofereci para ir no setor de laticínios. Para a minha surpresa, dei de cara com o meu primo, que tem uma filhinha de 2 anos. Como estava com pressa, ele disse que nos veríamos no caixa.
Voltei pra fila e de repente a filinha do meu primo vindo na minha direção. Abracei-a e disse: 'Ei bebê, cadê seu pai hein?' e fiquei com ela no colo. Mas alguma coisa tinha que dar errado... Meu primo chegou e começou a zoar: "Paolla eu não acredito, cadê a aliança? Sua mãe enche o saco. Meu primo ainda”. E continuou: “e a sua filha? Você larga ela aqui no supermercado pra ficar de papinho com esses homens. Eu não agüento mais não... quando eu te largar você vai aprender o que é criar um filho sozinho".
Eu só sei que todo mundo parou pra olhar, inclusive o cara que tava me olhando, Na hora só consegui rir!
sábado, 29 de agosto de 2009
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